| Inserido em 19/11/2008 às 19:29:29
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| Chinaglia tentará votar reajuste do STF este ano |
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BRASÍLIA - O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), disse nesta quarta-feira que a proposta de reajustes dos salários dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) não é prioridade na Casa, mas que tentará colocar na pauta de votação ainda neste ano. O projeto que reajusta o salário dos atuais R$ 24,5 mil para R$ 25.725 trata de perda inflacionária e tramita no Congresso há dois anos.- É obvio que o colégio de lideres não estabelece o aumento do salário dos ministros como prioridade, mas isso não significa não reconhecer a questão de mérito - disse Chinaglia.O presidente da Câmara lembrou que a prioridade na Casa é para votação das medidas financeiras que procuram atenuar o impacto da crise mundial. Ele negou que a matéria ainda não foi votada devido ao efeito cascata que pode ser causado com a aprovação do reajuste.- Eu acho que, qualquer que seja a posição de quem quer que seja, é preciso que o plenário delibere. Nem que seja para fazer ajustes as propostas - argumenta.O líder do PSDB na Câmara, deputado José Aníbal (SP), disse que é a favor do aumento, entretanto lembrou que o problema são as conseqüências da medida.- Eu sou a favor do aumento para os ministros do Supremo. Mas a cascata é danosa para as finanças públicas.Na terça-feira, a Câmara aprovou projeto que fixa a remuneração de 14 integrantes do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). Segundo a proposta, os integrantes receberão subsídio equivalente ao do subprocurador-geral da República, hoje de R$ 23.275. O projeto é um dos três que tratam da remuneração dos ministros do STF e do Ministério Público que poderiam provocar aumentos em cascata, se aprovados. Ele agora segue para o Senado. |
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