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segunda, 20 de agosto de 2018

Bancos de Campos podem abrir mais tarde nesta sexta

Publicado em: 10/08/2018 07:00

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Os bancários de todo o Brasil rejeitaram a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e aprovaram o calendário de manifestações do Comando Nacional dos Bancários. Com isso, as agências bancárias de Campos pode abrir somente por volta do meio dia nesta sexta-feira, dia 10, por conta da adesão ao Dia do Basta.  A abertura das agências e dos departamentos bancários será retardada em protesto contra os ataques aos direitos dos trabalhadores e contra o desemprego e a retirada de direitos. O Dia do Basta foi convocado pela CUT e demais centrais sindicais, com apoio das Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo e de vários movimentos sociais.

A categoria se reuniu nas sedes dos sindicatos para avaliar a oferta dos bancos que apenas cobre a inflação nos salários, PLR, vales e demais verbas econômicas, sem aumento real, feita na sexta reunião da mesa única de negociação, realizada na terça-feira (7), em São Paulo.

Os banqueiros também não garantiram que os bancários não serão substituídos por trabalhadores contratados de forma precarizada, a exemplo da terceirização. Além disso, querem alterar cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria, segundo eles, para garantir segurança jurídica, mas sequer apresentaram a redação das modificações. A próxima rodada de negociação ficou agendada para o dia 17 de agosto (sexta-feira).

“O recado está dado: bancários querem aumento real e não aceitam perder direitos. Não vão aceitar receber PLR menor, nem ser substituídos por trabalho precarizado,” afirmou Juvandia Moreira, presidenta da Contraf-CUT e coordenadora do Comando Nacional dos Bancários.

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Defesa dos bancos públicosNo dia 15 de agosto será realizado um Dia Nacional de Luta em defesa dos bancos públicos e contra as resoluções 22 e 23 da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União (CGPAR), em Brasília, em frente ao Ministério da Fazenda e repercutido nos estados que não puderem participar do ato em Brasília. Estas resoluções determinam que empresas estatais reduzam despesas com a assistência à saúde dos trabalhadores; e limita a 6,5% da folha de pagamento a participação no custeio dos planos de saúde dos funcionários pelas empresas públicas. Isso afeta tanto a Cassi (plano de saúde dos funcionários do BB), quanto o Saúde Caixa.